A frieza de Hozier e sua busca por um amor quente
- Portal Hozier Brasil
- 22 de jan.
- 3 min de leitura
Atualizado: 22 de jan.

PTBR:
Ao ouvir as músicas de Hozier, percebemos o que pode ser descrito por nós como um anseio dolorosamente doce e discreto: sua busca por um amor quente. Sendo uma pessoa que veio de um clima frio, o Hozier muitas vezes faz referência ao amor e aos amantes como a luz do sol e à sua disposição de se deixar consumir pelo calor deles, por sua quentura, por seu brilho. Seus amores perdidos são descritos como anjos congelados, ele próprio como frio, voltado para a escuridão.
Em First Light, o amor é comparado ao nascer do sol, às cores vivas e douradas.
Em Sunlight, o amor é como a luz do sol. Hozier ainda diz que alguém que nasce no frio e na chuva reconhece quando encontra a luz do sol.
Em I, Carrion, Hozier diz que, mesmo que se queimasse, ele não cairia enquanto fosse erguido por seu amor.
Em To Someone From a Warm Climate, o amor é tão natural quanto amantes aquecendo um ao outro na cama durante o frio.
Em Hymn to Virgil, o narrador diz que queimaria o mundo para trazer um pouco de calor para a pessoa amada.
Em Jackie and Wilson, ele descreve um momento em que ele e sua amada sentam e assistem o mundo pegar fogo.
Em NFWMB, o narrador diz que se fosse uma árvore, gostaria de ser o combustível para a fogueira dos inimigos de sua amada.
Em Would That I, ele diz para sua amada segurá-lo, acender o fogo e deixar a chama arder. Também diz que apesar de ter lidado com a madeira, ainda venera a chama.
Em Unknown/Nth, ele compara seu amor perdido a um anjo congelado que ele não reconhece mais.
E a descrição mais reveladora da falta de amor vem em Cherry Wine, onde o abusador “ama” como o sono para quem está congelando, como a morte.
Para Hozier, o amor é calor, é quente, é ardente. E o Portal Hozier Brasil deseja que você encontre seu calor em todas as pequenas coisas e lugares da vida.
ENG:
Hozier's coldness and his warming muse seeking
Portal Hozier Brasil, listening through Hozier's songs, noticed what can be described by us as a painstakingly sweet and discreet longing: his search for a warmth love. As someone from a cold climate himself, Hozier often times reference love and lovers to the sunlight and his willingness to let himself be consumed by their heat, their warmth, their brightness. His lost loves are described as frozen angels, to the darkness, himself as cold.
In First Light, love is compared to the sunrise, to colors erupting and the golden light.
In Sunlight love is like a sunlight. He also says that someone "born in cold and rain knows sunlight."
In I, Carrion, he wouldn't fall even if burnt being lifted by his love.
In To Someone From a Warm Climate, love is as easy and natural as lovers warming each other in bed.
In Hymn to Virgil, he would burn the world for his lover.
In Unknown/Nth, he compares his lost lover as a frozen angel whom he did not recognize anymore.
In NFWMB he tells us that if he were born a tree, he would like to fuel the pyre of his lover's enemies.
In Would That I, he asks his beloved to hold him, light a fire and let it blaze. He also says that although he had handled the wood, he still worships the flame.
And the more telling description of lack of love comes in Cherry Wine, where the abuser “loves” like sleep to the freezing, like death.
For Hozier, love is heat, is warm, is hot, and Portal Hozier Brasil wishes you may find your warmth in all the small things and places of life.








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